Podemos como disse nossa colega Aline Costa especular..., para ajudar parafrasearei Pierre Bayard, autor do livro "Como falar dos livros que não lemos", direi que há outra forma de comentar, por exemplo viagens sem ter ido no local, e que pode produzir mais subsídios do que talvez uma viagem relapsa, podemos observar atráves dos olhos de outros algumas coisas importantes, a busca pela preservação ambiental, o modus vivendi da população, que depois de minha última viagem a Mar Grande passei a considerar com uma maior parcela de interesse, a progressiva ocupação da Ilha por estrangeiros, o quê pode ser observado em qualquer localidade do outro lado da Baía, a falta de políticas públicas eficientes para o atendimento da população, enfim não era necessário esse comentário, pórem quem sabe possa estar encarnando Zelig, um personagem do gênio Woody Allen, o "camaleão humano", personagem que absorve características de todos a sua volta, na tentativa de ser bem quisto, neste caso absorvendo olhares provavelmente distintos do meu, mostrando o que sou neste momento : Zelig antes, durante e depois de livros, viagens, imagens...
Jadilson Rodrigues - http://relatividadegeral.blogspot.com
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