segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Enccontro com Roque

Roque iniciou a conversa contando um pouco de sua história. Relatou como começou a sua caminhada no cinema como eletricista. Não conhecia muito sobre o cinema Baiano nem Brasileira, a partir desta conversa fui entendendo a importancia de Clauber e outros que através do cinema se expressaram. Roque é uma figura que não parou no tempo nem em uma mesma função, ele sempre buscou aprender um pouco de tudo e hoje é cineasta. Ele realata as história com grande paixão, pontuando sempre a importancia e a sua grande amisade com Galuber. Nessa tarde entendi porque o cinema nacional estava sempre representado por um pequeno grupo, segundo ele a Embrafilm beneficiava apenas um pequeno grupo que tinha grande influência e por isso recebia grandes incentivos para produzir seus filmes, e que também algumas produções não eram realizadas, ou seja o dinheiro... enfim, sumiu... Mas que hoje o Ministério da Cultura incentiva as produções através de editais que abrange vastas categorias. Roque pontua que o cinema para ele contribui muito na educação e e exemplificou alguns projetos. No final do encontro Roque nos apresentou o acervo com equipamentos de edição antigos doados que em breve ira compor o Museu do Cinema. Foi uma tarde muito agradável e produtiva que contribuiu muito, pois não tinha noção da complexidade da edição de um filme nem a variedade dos equipamentos utilizados na filmagem.

Fernando Lemos

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