quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Este é o vídeo que fizeram com o morador de rua que circula na Faced, estou deixando aqui também porque parece que nem todos deste blog estão no outro blog...
:D
:*****

À margem com Carlos Albuquerque

Oi!

Sobre as fotos que tirei em Catu, não as fiz visando arrecadar dinheiro. Um morador da Ilha, quando fui tirar foto de um grupo de amigos em que ele se encontrava, inclusive, brigou comigo por causa disso, disse que eu queria usar a imagem dele para ganhar dinheiro e que não daria nada em troca a ele. Estou chamando a atenção do grupo para este fato porque não sei o que será feito com as minhas fotos depois. Vou cedê-las gentilmente para as pessoas da nossa turma, avisando que elas estão sob vigência da licença creative commons. Aconselho a todos que se informem sobre o que é isso e se integrem a essa filosofia de vida social / profissional. Salve Antonio Olavo!


Explicação simplificada sobre o sistema de licenciamento dos Direitos Autorais através do selo internacional do Creative Commons.

http://www.creativecommons.org.br/

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Visita que não fui

Bem, gostaria muito de ter ido à Catu, muito mesmo.
Como não pude ir, fico apenas com as lembranças
que os outros tiveram dessa experiência.
Pelo que percebi, ocorreram muitas conversas
informais, prazerosas e divertidas.
Observação do ambiente, filmagem do local,
fotos e muito entusiasmo.
Impressões não posso ter, apenas especulações
do que pôde ter sido. Nessas especulações acredito
que esse dia serviu para que a turma tivesse a experiência
de ir a campo, promover interações, aprender, informar, além
de ajudar na interação dos membros do próprio grupo de trabalho 
que é ACC.
Enfim, nada de impressões, apenas especulações...

Aline Costa

Nossos Quilombos

Sempre é bom assistir filmes que retratem um pouco a saga do nossopovo!

Se o objetivo do trabalho foi trazer um pouco mais de informações sobre as desconhecidas comunidades remanescentes dos quilombos, ele conseguiu atingir esse objetivo.

De acordo com o cineasta Antonio Olavo, o conhecimento que se tem sobre quilombos é basicamente histórico, havendo poucos estudos com caráter antropológico e etnográfico. Diante da enorme carência de informações atuais sobre o tema, este documentário surge como um instrumento que busca contribuir com a valorização da memória negra da Bahia".

Além de revelar o caráter histórico de um povo esclarecendo seus percursos, o documentário também impressiona ao mostrar os valores, muitas vezes contraditórios à ordem capitalista, das pessoas daquelas comunidades.

Esses valores podem ser evidenciados na fala de um homem quando afirma que, o lugar onde ele mora é o paraíso, onde tem comida e trabalho para todos. Basta que o cidadão queira! Ao falar isso, imaginei que esse rapaz não conhecia os prazeres que um lugar civilizado poderia proporcionar. Contudo, ele declara que não trocaria este paraíso por uma cidade como Salvador. Este é um exemplo claro de como são enraizados os valores desse povo.

Assistir Quilombos da Bahia foi sem dúvida  uma experiênica riquíssima.


Aline Costa



A valorização do ser humano - Comentário sobre filmes

Olá,
Gostaria de começar indagando sobre a possível dúvida dos leitores, por que esse título?
A resposta para essa pergunta é simples, pois podemos observar que em todos os os filmes apresentados, seja em "Ilha das Flores", "Quilombos da Bahia" e " A revolta do Pinguins", a preocupação dos cineastas em trazer á primeiro plano a figura humana, em todas as suas dimensões, revalando assim o quanto podemos ser brilhantes, exemplificado na produção cultural e na construção histórica por parte comunidades quilombolas e pela capacidade de alterar o status quo de uma sociedade, como os estudantes chilenos fizeram , e ao mesmo tempo medíocres, quando reduzimos nossos parceiros de caminhada abaixo de porcos como relatado brilhantemente por Jorge Furtado em "Ilhas das Flores"
Em consequência disso , esse tipo de pensamento, em minha visão contrapõe a nossa sociedade, sociocapitalista, em que os interesses da comunidade se sobrepõe ao individual,  a massificação promovida pela globalização, promove o igualamento do seres, das culturas, num processo de violência a mais sagrada caracterísitica nossa que é a diversidade.
Portanto, essa veia humanistica deve ser levada para o campo educacional, para que nós nos preocupemos mais com os seres humanos em processos educativos, em vez de garantir números positivos para orgãos de avaliação do Estado, para que possamos trazer o ideal humanista, pregado e defendido até com a vida  por grandes construtores do conhecimento humano. 

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Vi, li, ouvi e adorei!

Olá, bem bacana o blog. Agora precismos recheá-lo com mais pessoas e comentários. Eu consegui!!! Obrigado pelas dicas Jadilson...
Então, vi, li, ouvi e adorei! Percorri algumas pedras neste caminho e dele guardo a beleza imagética do encontro: encontro com a natureza, com o popular, com a sabedoria do povo, a beleza e simplicidade da vida; a complexidade da análise política; a realização de fazer cinema; o conhecimento tratado e veiculado...
Ufa, tantas e tantas pedras que comço a pensar que devemos compartilhar mais... conosco e com os demais todas as novas descobertas, ainda cobertas, ainda a descobrir... beijos e até esta quarta...
talvez registrando um pouco mais os caminhos, as pedras e as paisagens dos caminhos... também as pessoas e a luz que as iluminam sempre e mais. beijo,
Cecília de Paula

Êta fime bom!


Gente, que delícia foi assistir aquele fime: Quilombos da Bahia.... Adorei demais, e acho que devemos resgatar nossa cultura e nossa raíz sempre...

Esse filme retrata as danças, as festas, a religiosidade, a vida simples e alegre que aquele povo leva...

E os idosos...percebemos o quanto contribuíram para a realização desse filme.

Encontro-me sem palavras para decifrar tudo o que sentir ao assisti-lo.

Maiara Damasceno.

Enccontro com Roque

Roque iniciou a conversa contando um pouco de sua história. Relatou como começou a sua caminhada no cinema como eletricista. Não conhecia muito sobre o cinema Baiano nem Brasileira, a partir desta conversa fui entendendo a importancia de Clauber e outros que através do cinema se expressaram. Roque é uma figura que não parou no tempo nem em uma mesma função, ele sempre buscou aprender um pouco de tudo e hoje é cineasta. Ele realata as história com grande paixão, pontuando sempre a importancia e a sua grande amisade com Galuber. Nessa tarde entendi porque o cinema nacional estava sempre representado por um pequeno grupo, segundo ele a Embrafilm beneficiava apenas um pequeno grupo que tinha grande influência e por isso recebia grandes incentivos para produzir seus filmes, e que também algumas produções não eram realizadas, ou seja o dinheiro... enfim, sumiu... Mas que hoje o Ministério da Cultura incentiva as produções através de editais que abrange vastas categorias. Roque pontua que o cinema para ele contribui muito na educação e e exemplificou alguns projetos. No final do encontro Roque nos apresentou o acervo com equipamentos de edição antigos doados que em breve ira compor o Museu do Cinema. Foi uma tarde muito agradável e produtiva que contribuiu muito, pois não tinha noção da complexidade da edição de um filme nem a variedade dos equipamentos utilizados na filmagem.

Fernando Lemos

domingo, 26 de outubro de 2008

Quilombos da Bahia

O filme foi de suma importancia para nossa compreensao sociologica e historica a respeito dos quilombos existentes em nosso Estado. O que mais me chamou a atençao foi a simplicidade de um povo que luta, que tem força, coragem, garra!!!
Eles nao vivem para trabalhar, mas trabalham pra viver!
Interessante esse sincretismo religioso que pudemos ver na apresentaçao do filme, numa mistura de um povo que acredita, que tem fe, um povo que vive suas proprias crenças!!!! Um povo que vive sua propria natureza!!!




Ass. Carol Castro

Para as monitoras

Meninas, não consegui encontrar o e-mail de Cris no 
Blog, por isso enviei meu relatório para o e-mail do
blog: dialogosemimagens@gmail.com

Att

Aline Costa

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Estamira

O Documentario Estamira, é impressionante! Não tinha a noção do que pode ser dopositado em um lixão, muito menos da concepãço de vida que as pessoas levam naquele ambiente. Uma cena que me marcou muito foi um corpo de um animal que sendo depoisitado no lixão e logo em seguida surge imagens de uma corpo humano coberto por uma lona preta. Me lembrei das ossadas que foram depositadas num lixão. Acho que no RJ. Confesso que essas imagens me chocaram muito. Não consegui assistir até o final, pois é muito forte. É outra realidade dentro da nossa realidade.

Fernando Lemos

quarta-feira, 22 de outubro de 2008





As belezas de Catu.
Fernando Lemos
Galera, editei algumas coisas no blog antigo pois não tinha este end.

Fernando Lemos

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Uma conversa com Roque Araújo...

O encontro aconteceu no Dimas, subsolo da biblioteca Central, no Barris.
Eu nem imaginava que naquele local, funcionava um espaço de edição de filmes.
Me surpreendi ao saber o quanto Roque Araújo foi e ainda é importante para a história do cinema brasileiro, digo isto porque não tive oportunidade de conhecer essa pessoa ilustre antes. Confesso nunca ter escutado falar teu nome, apenas Glauber Rocha, e me pergunto porque tantos nomes importantes a nós nos é negado conhecer?
O cinema novo veio para revelar os acontecimentos políticos e sociais que o país vivenciava.
A exposição feita foi bastante enriquecedora, com sua simpatia Roque nos contou sobre sua vida ao lado de Glauber Rocha, seus filmes e como algo inédito, nos surpreendeu ao dizer ter sido um dos cangaceiros do filme "Deus e o diabo na terra do sol"(Glauber Rocha).
Nos explicou que o Brasil precisando de matéria- prima do EUA, para editar e lançar filmes, se percebeu num apuros, já que o custo era altíssimo e como saída decidiu então lançar filmes pornô, o qual o custo era baixo.
Roque estimulava o tempo todo a fezermos perguntas a ele, afinal muito tinha para nos enriquecer. Segundo o mesmo, o cinema é um meio de educar e contribui de forma significativa para a formação do indivíduo.
O investimento para edição e lançamento de filmes no Brasil sempre foi mínima, a década de 80, por exemplo, ficou conhecida como o " câncer do cinema brasileiro".
Tivemos contato com as primeiras câmeras de filmar, muito pesada e grande, fizemos um percurso histórico e observamos o efeito da tecnologia e da modernização nesse ramo.
Posso dizer diante de tudo que visualizei, que Roque Araújo é um especialista quando o assunto é filmes, que suas contribuições foram grandes e que todos deveriam ter a oportunidade de conhecê-lo, pois precisamos valorizar e dá mais importância aos filmes brasileiros.

Maiara Damasceno.

Catu




Diante de tantas trilhas e um percurso pouco vivenciado pelos motorista de Mar Grande, se esconde um lugar cheio de beleza e simplicidade, estou falando de Catu...uma ilha distante, mas linda....


Com um povo humilde, conversador nós interagimos nas pequenas horas que nos cabia...


Mas foi indo de encontro aquelas fazendas, onde antigamente escravizavam meus antepassados que eu sentir ainda mais minha raíz.


Uma bela viagem, uma inesquecível lembrança!


Catu de ti jamais esquecerei.


Maiara Damasceno





sábado, 18 de outubro de 2008

Reflexões de uma leiga

Olá pessoas
Tenho pouco conhecimento nessa área cinematográfica e acredito não ter
assimilado nem metade do que Roque Araújo tão gentilmente quis transmitir.
Devo dizer que quando ressalto minha ignorância no assunto tenho pretensão 
de alertar que minhas poucas experiências com o tema me impediram de usufruir
de uma figura ímpar do cenário cinematográfico. Diante desse não saber, reconheço que 
as qualidades que atribuo à Roque são menos pautadas no produto do seu trabalho - ao qual conheço muito pouco - do que pela forma como ele constrói o seu trabalho. Dizendo de outro 
modo, afirmo que apesar de não ter tido acesso de sua biografia e das suas contribuições para
o cenário do cinema, a exposição que ele fez de sua carreira  permitiu que eu formulasse conceitos
muitos positivos sobre o produto de seu trabalho.
Minhas impressões positivas sobre Roque Araújo partiu muito da história de carreira dele. Há de se considerar que um jovem que passa gradativamente de eletricista à um conceituado cineasta, merece todas as honras e aplausos que hoje lhes são direcionados.
Percebi que o segredo de tamanho reconhecimento tem origem em valores e características que lhes são muito pecualires, valores estes que podem ser precebidos em qualquer conversa informal, como aquela que nosso grupo da ACC fez parte.
Enfim, contribuições sobre os impactos do trabalho de Roque Araújo no mundo do cinema ainda não sou capaz de discutir. Mas elencar as possíveis característica que fizeram ele chegar a esse status que tem hoje, ah isso sim é possível e prazeroso de fazer.

Aline Costa

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Visita ao Dimas - Conversa com Roque Araújo

Olá a todos,
Gostaria de começar dizendo que essa experiência foi enriquecedora para nossas vidas, pois o contato com um personagem ocular da história da cultura brasileira, o Roque Araújo, que teve papel substancial na vida e obra do gênio baiano Glaúber Rocha,além do que nós observamos uma pessoa que dedica sua vida inteira a sétima arte, passando por quase todos os campos da produção cinematográfica,deve ser reconhecido sempre, e de preferência em vida- ao contrário de muitos outros que só tiveram reconhecimento, depois da morte-, sendo essas homenagens, por mais que elas sejam feitas, não chegarão a dimensão histórica e cultural que esse cidadão representa para o nosso país.
Duas coisas chamaram atenção: a forma como o cinema brasileiro e outros foram massacrados pela produção estadosunidense, por conta da sua alta e boa produtividade, se opondo ao capital das empresas especializadas no entreternimento, gerando a forte repressão em nome dos lucros e da dominação cultural dos outros povos, e a história do cinema toda exposta assim numa sala - que o Roque Araújo pretende levá-la para uma exposição futuramente - e como a evolução das áreas do conhecimento e da cultura acontecem  de maneiras similares, mostrando que o processo de construção de ambos se dá pelo esforço, deidcação e principalmente pelo amor de pessoas como Roque Araújo.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

A mensagem

É dramático mas eu adoro!!

A mensagem
John Done

Devolve os pobres olhos que perdi
E que te habitam, desde que te vi.
Mas se eles já sofreram tal castigo
E tantos danos,
Tantos enganos,
Tal rigor,
Que a dor
Os fez inutéis, guarda-os contigo.

Devolve o coração que te foi dado
sem jamais cometer qualquer pecado.
Porém, se ele contigo já aprendeu
Como se mata
E se maltrata
E se tortura
Uma alma pura,
Guarda, também, esse ex pedaço meu.

Melhor, devolve os olhos e o coração,
Para que eu possa ver a traição,
E possa rir, quando chegar a hora
De te ver
padecer
Por alguém
que tem
Um coração como o que tens agora.

CRISS

CATU!!!!

Ainda não esqueci CATU... Quero ver as fotos!!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Sobre Pronzato e seus documentários


Bem, achei a contribuição de Carlos Pronzato na aula da semana passada enriquecedora.
É muito bom ter contato com pessoas que executam trabalhos tão interessantes e proveitosos que promovam também conhecimento. 
Gostei bastante e gostaria mais ainda se tivéssemos mais momentos como este. O trabalho que ele realiza é digno de nota. 
A revolta dos Pinguins por exemplo, mostrou-se de uma relevância incrível pelo fato de informar, contextualizar e mobilizar uma sociedade inteira ultrapassando fronteiras.
Esse tipo de documentário é especialmente importante porque mostra a força que tem a juventude e até onde ela pode chegar guiado por seus ideais. Além disso, esse tipo de documentário tem o poder de mobilizar através da razão e da emoção todos que legitimam a causa, gerando uma reação em cadeia.
Motivos não faltam para que esse tipo de trabalho seja divulgado e discutido da melhor forma possível.
Aproveito para agradecer àqueles que nos permitiram entrar em contato com Carlos Pronzato, que é uma pessoa que realiza um trabalho fascinante.

Aline Costa

Experiência do filme Amélie Poulain


Esse filme conta a história de uma jovem que veio do subúrbio e se muda para a cidade de Paris, resolve ajudar as pessoas que a cercam através de pequenos gestos. É um filme que traz sensações muito agradáveis pra quem assiste. Mostra também uma forma lúdica, leve e simples de resolver os problemas cotidianos. Além disso, ele passa uma mensagem muito bacana de valorização das coisas elementares da vida. Assistam! É uma experiência para vida toda. Recebeu 5 indicações ao Oscar.


Aline Costa

 

Helpe-me girls



Gente, estou com um grande problema com o e-mail que cadastrei na ACC. Um vírus devastou todos os meus arquivos e fui obrigada a fazer outro e-mail. Peço que modifiquem na lista de vocês o e-mail actina2@hotmail.com pelo novo e-mail: costtaline@gmail.com

Agradeço desde já,

Aline Costa

Sobre o filme de Pronzato

E aí galera o q acharam do filme???
COMENTEM!!!!

AVISO AOS NAVEGANTES!!!!


PESSOAL!!! QUE LINDO TODOS POSTANDO! MAS GENTE, TEM QUE COLOCAR O NOME AO FINAL DA POSTAGEM, HEIN!!! E TAMBÉM FOTOS, FIGURAS, POEMAS..!!!

UM ABRAÇÃO DIALOGANTES!

Ilha das Flores

Ilha das flores foi sem duvida um filme marcante que mostra a indesejavel e cruel realidade que existe em nosso país!
Foi um filme muito interessante, devido sua auto critica em relaçao ao encefalo desenvolvido no homen, ao passo que nos fez perceber a gravidade das condiçoes sub-humanas que muitas pessoas enfrentam em uma situaçao de fome e miseria.De certa forma ocasiona uma sereie de fatores que se interligam, mas que no fim acaba por conferir essa situaçao degradante do ser humano. Onde pois, esta a liberdade que o homem com seu grau de inteligencia altamente desenvolvido possui? Que liberdade é essa onde o ser humano é submetido a condiçoes subhumanas?Que homem entao é esse? Que humanidade é essa?

Humanidade

Conça,
Fiquei chocada com o poema de B
A
N
D
E
I
R
A
Podem me chamar de romântica idealista, o que for, mas não consigo entender o progresso ao lado de tanta miséria. É o capitalismo... dizem. Pois é, mas a miséria persiste em outros sistemas de governo, mesmo aquela que não te deixa livre para caminhar por onde queira. Infelizmente enquanto não houver uma educação voltada para os valores essenciais, os homens continuarão vivendo na miséria, na fome de alimento, de cultura, de liberdade de expressão. Enfim na fome de SER MAIS.

domingo, 12 de outubro de 2008

NOSSO PLANEJAMENTO

10/09 - Ínicio das atividades 
Apresentação da disciplina.
Sala: 09
Resp. Carolina e Daiane
Prof: Cecília de Paula

17/09 - Aula de BLOG
sala:23 
Resp. Marcos Epifânio

24/09 - Conversa com Carlos Pronzato
Exibição do filme "A revolta dos Pinguins"
Resp. Daiane
Sala: Auditório I

01/10: Aula imagética e discussão de possibilidades de captação e criação.
Exibição do documentário "Ilha das Flores"
Resp. Carolina e Daiane. 

08/10 - Visita a comunidade "catu" 
Conversa com  a comunidade.